RA Engenharia e Comércio
www.raengcom.com.br
quinta-feira, 27 de março de 2014
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
Palestra na Associação de Engenheiros de Nova Odessa 24/04/2013
http://faeasp.com.br/faeasp/federadas/aeaano-nova-odessa-realiza-palestra-tecnica/
http://faeasp.com.br/faeasp/federadas/aeaano-nova-odessa-realiza-palestra-tecnica/
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
INSPEÇÃO EM CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO
Esta norma estabelece todos os
requisitos técnicos e legais relativos à instalação, operação e manutenção de
caldeiras e vasos de pressão, de modo a se prevenir a ocorrência de acidentes
do trabalho.
A NR 13 tem a sua existência jurídica
assegurada, em nível de legislação ordinária, nos artigos 187 e 188 da
Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Alguns destaques da NR-13
13.1.2 Para efeito desta NR,
considera-se "Profissional Habilitado“ aquele que tem competência legal
para o exercício da profissão de engenheiro nas atividades referentes a projeto
de construção, acompanhamento operação e manutenção, inspeção e supervisão de
inspeção de caldeiras e vasos de pressão, em conformidade com a regulamentação
profissional vigente no País.
Resolução n° 218/73, Decisões Normativas 029/88 e
045/92 do CONFEA estabelece que engenheiros mecânicos, navais e engenheiros
civil com atribuição do art. 28 do Decreto Federal n° 23.569/33 desde que
cursado as disciplinas de Termodinâmica e Transferência de Calor.
13.1.4 Constitui risco grave e
iminente a falta de qualquer um dos seguintes itens:
a) válvula de segurança com pressão de abertura
ajustada em valor igual ou inferior a PMTA;
b) instrumento que indique a pressão do vapor
acumulado;
c) injetor ou outro meio de alimentação de água,
independente do sistema principal, em caldeiras combustível sólido;
d) sistema de drenagem rápida de água, em
caldeiras de recuperação de álcalis;
e) sistema de indicação para controle do nível de
água ou outro sistema que evite o superaquecimento por alimentação Deficiente.
13.1.6: Toda caldeira deve
possuir, no estabelecimento onde estiver instalada, a seguinte documentação,
devidamente atualizada:
a) Prontuário da
Caldeira
b) Registro de Segurança
c) Projeto de Instalação
d) Projetos de Alteração
ou Reparo
e) Relatórios de
Inspeção
- Prontuário: Onde deve constar a caracterização da caldeira (anexo A da norma NBR 12177); Documentação original do fabricante; projeto de instalação da caldeira.
- Registro de Segurança: Livro com folhas numeradas, ou sistema equivalente onde são registradas as ocorrências.
- Lista de Verificação: Itens a serem verificados (Anexo B da norma NBR 12177).
- Relatório de Inspeção: Feitos por profissional habilitado e relatórios registrados no registro de segurança (Anexo C da norma NBR 12177).
- Manuela de Operação: Onde indicam os procedimentos de partida e parada da caldeira, situações de emergência e procedimentos de segurança. Fornecido pelo fabricante.
Atualização desse documento deve ser feita por profissional habilitado, conforme o subitem 13.1.2. Deve ser anotada todas as intervenções feitas na caldeira.
13.1.6.3: O proprietário da
caldeira deverá apresentar, quando exigido pela autoridade competente do Órgão
Regional do Ministério do Trabalho, a documentação mencionada no subitem
13.1.6.
13.3.4 Toda caldeira a vapor
deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira,
sendo que o não atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco
grave e iminente.
13.3.5 Para efeito desta NR
será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer pelo menos uma das
seguintes condições:
a) Ter certificado de
"Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" e comprovação de
estágio, conforme a NR-13.
b) Possuir comprovação
de pelo menos 3 (três) anos de experiência nessa atividade, até 08 de maio de
1984.
A NR-13 estabelece um currículo mínimo para
certificar o operador de caldeira. Não basta somente ter o certificado para
tornar-se operador de caldeira. Também é exigido um estágio. E o treinamento
deve ser dado por um profissional habilitado, conforme o subitem 13.1.2.
13.5.1 As caldeiras devem
ser submetidas a inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária,
sendo considerado condição de risco grave e iminente o não atendimento aos
prazos estabelecidos nesta NR.
Esta norma faz menção de muitos outros
itens e subitens, estes foram destacados para mostrar a importância da inspeção
de segurança feita por profissional habilitado.
A norma brasileira NBR 12177/1999 – Caldeiras
Estacionárias a Vapor – Inspeção de Segurança.
- Fixa as condições exigíveis
para realizar as inspeções de segurança das caldeiras estacionárias
flamotubulares ou aquotubulares a vapor, sujeitas ou não à chama.
- Destina-se exclusivamente às
caldeiras estacionárias, novas ou não, sujeitas ou não à chama, já
instaladas.
- Não se aplica à inspeção de
caldeiras durante a respectiva construção.
Esta norma é dividida em duas partes.
1ª Parte: Caldeiras Flamotubulares
Este tipo de
caldeira os gases de combustão estão do lado interno dos tubos e a água
do lado externo.
Este tipo de
caldeira os gases de combustão estão do lado externo dos tubos e a água
do lado interno.
Toda caldeira deve, conforme a norma
NBR 12177/1999 e a NR-13 ter placa de identificação, com no mínimo as seguintes
informações:
a.
nome do fabricante;
b.
número de ordem, dado pelo fabricante da caldeira;
c.
ano de fabricação da caldeira;
d.
pressão máxima de trabalho admissível (PMTA);
e.
código de projeto e ano de edição;
f.
pressão de ensaio hidrostático;
g.
capacidade de produção de vapor;
h.
área da superfície de aquecimento geradora de vapor;
i.
categoria da caldeira;
j.
combustível.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Guia de Material para
Transportador de Correia a Granel
Guia
de material é de fundamental importância para equipamentos como transportador
de correia, pois é a responsável por acomodar, conter e direcionar o material a
granel sobre a correia transportadora, no ponto de transferência.
O
dimensionamento deste equipamento deve seguir critérios técnicos e normas para
evitar muitos dos problemas encontrados em campo, como fuga de material pelas
laterais, emissão de pó pela traseira e na saída da guia de material, e
entupimentos do chute.
Fuga de pó pela traseira
e saída da calha guia
Devido sua forma geométrica, como um túnel,
ou corredor são necessários mecanismos de contenção do pó, devido às pressões
geradas internamente, quando ocorre a queda do material sobre a correia. Como todo
material segue o princípio da mecânica dos fluídos, isto é, percorre o caminho
mais fácil de escoamento, o pó gerado vai para frente, ou para trás da guia. As
soluções encontradas para essa contenção é instalação de caixas de fundo e
cortinas de contenção de pó. Além de casos que exigem a instalação de filtros
pontuais.
Fuga de material pelas
laterais
Pelas laterais, em geral ocorre fuga
de material, que deve ser contida pelo auxílio de placas de desgaste e vedações
de correia, que neste caso devem também seguir critérios técnicos, para evitar
danos na correia transportadora. Um problema comum encontrado em campo é o uso
de tiras da própria correia transportadora como mecanismos de vedação, uma
solução barata, pois é encontrado em abundância no campo, no entanto que trás sérios
riscos a correia transportadora. Esta prática causa sulcos de desgaste na
correia, diminuindo sua vida útil, retirando o revestimento de borracha e
lacerando a lona da correia.
Placas de desgaste
Outro elemento de importância na guia
de material é a placa de desgaste, ou sacrifício. Que conforme o tipo de
material transportado pode variar sua composição. Em geral são placas
fabricadas em UHMW, cerâmica, aços especiais. A finalidade dessas placas é evitar
o desgaste das guias de material.
Segurança e economia
Além dos pontos abordados como
funcionalidade, uma guia de material corretamente dimensionada, para aplicação
do transportador de correia, representa segurança para o operador, facilidade
de manutenção, segurança para o meio ambiente, segurança para o equipamento. Além da economia em peças de reposição,
correia transportadora e desperdícios de material devido a fuga.
As
guias de material são de fácil instalação, por ser um equipamento modular. A
instalação é feita utilizando a estrutura do próprio transportador de correia,
no ponto de carga.
Para
determinação do tamanho correto da guia de material a ser aplicada no
transportador de correia são necessárias as informações:
- Largura da correia
- Perfil da correia transportadora
- Velocidade da correia
- Material transportado
Este
tipo de guia de material é utilizado em diversos tipos aplicações e materiais.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
FILTRO DE MANGAS INSERÍVEL
Filtro de Mangas Inserível é um equipamento que tem a função de captar e coletar pó em suspensão de equipamentos e instalações industriais.
Por serem compactos e modulares de dimensões reduzidas com área filtrante de até 60 m2, podem ser instalados diretamente nos pontos de geração de pó, como:
- Chutes de transferência de transportador de correia;
- Guia de material de transportador de correia;
- Silos de armazenamento, ou pulmão;
- Moegas de recebimento de material;
- Cabines de solda;
- Cabeça, ou pé de elevador de caçambas.
Este tipo de filtro de mangas não necessita de instalação de tubulações para condução, ou coleta do pó em suspensão, apesar de poder utilizar este recurso.
- Configurações que atendem as maiorias das aplicações;
- Pode utilizar a pressão positiva do ar de transporte em aplicações de transporte pneumático;
- Ser alimentado por exaustor para coleta de pó forçada;
- Mangas podem ser instaladas na horizontal, vertical, ou inclinadas;
- Vazões de ar 2.500 m3/h a 15.000 m3/h.
Exaustor potente, com carcaça em chapa de aço soldada e motor trifásico, com vazões entre 2.500 m3/h a 15.000 m3/h. Válvulas de controle da limpeza das mangas tipo diafragma e painel eletrônico de controle das válvulas de limpeza.
Equipamentos elétricos motor e válvulas também podem ser fornecidos para área classificada 21, ou 22.
Equipamentos elétricos motor e válvulas também podem ser fornecidos para área classificada 21, ou 22.
Mesmo sendo destinado a aplicações pontuais, podem ser adaptados como filtros
centralizados.
Para determinação do tamanho a ser aplicado são necessárias as informações:
- Material gerador de pó
- Local de instalação
A limpeza das mangas é por jato de ar comprimido, controlado por um temporizador que regula abertura da válvula e o tempo de intervalo entre as válvulas solenóides.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Raspador Primário de correia com lâmina inteiriça, ou segmentos de lâmina
Devido
ao formato da lâmina de raspagem, o material removido da superfície da correia
transportadora cai diretamente dentro do chute de transferência, diminuindo
dessa forma a sujeira abaixo do transportador e as perdas no processo.
O
material da lâmina, poliuretano, não agride a superfície da correia e por ser
um elemento de desgaste é de fácil substituição durante a manutenção, pois a
retirada com auxílio apenas das mãos, a lâmina é removida e substituída. Devendo ser seguido os procedimentos de segurança e manutenção.
A
pressão da lâmina sobre a superfície da correia é exercida por um tensionador
com mola ajustado por porcas, ou por um tensionador pneumático com tensionamento contínuo. O
tensionador poderá ser duplo, dependendo da largura correia.
Para
determinação do melhor raspador de correia são necessárias as informações:
- Largura da correia
- Diâmetro do rolo
- Velocidade da correia
- Material transportado
Este tipo de raspador pode ser utilizado em diversos
tipos aplicações.
Eng. Reginaldo José Cavallaro
contato.ra@raengcom.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)









